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Post_4_viajando sem Seguro de viagem internacional

Há um tempo atrás publicamos um post falando sobre a obrigatoriedade do seguro de saúde internacional, vocês lembram? Ele garante atendimento médico e os medicamentos prescritos às pessoas que sofrerem algum problema de saúde enquanto viaja para o exterior. Mas nem todo país obriga o visitante a contratar esse serviço, sendo que em alguns o atendimento pode ser gratuito através do INSS.

Neste post iremos explicar direitinho como viajar sem seguro de saúde e esclarecer algumas dúvidas sobre o atendimento gratuito pelo INSS. Vamos lá!

Países participantes

Vários países fazem parte desse acordo com o Brasil, inclusive alguns europeus. Segundo a última atualização da Previdência, o nosso país tem acordos multilaterais com alguns participantes da convenção Iberoamericana, que são: Bolívia, Chile, El Salvador, Equador, Espanha, Portugal, Paraguai, Uruguai e Argentina. Esses três últimos também fazem parte do acordo do Mercosul.

O governo brasileiro também mantém acordos bilaterais, de Previdência Social em vigor, com os seguintes países: Alemanha, Bélgica, Cabo Verde, Canadá, Chile, Coreia, Espanha, França, Grécia, Itália, Japão, Luxemburgo, Portugal e Quebec. Existem ainda alguns novos acordos assinados nos últimos anos, que estão em processo de ratificação pelo Congresso Nacional; com a Bulgária, Estados Unidos e Suíça.

O Brasil também está ratificando um acordo multilateral com os países pertencentes a CPLP (Comunidade de Língua Portuguesa). Estão incluídos nesse grupo, além do nosso país, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, Timor-leste e São Tomé e Príncipe. A entrada em vigor desses acordos ocorrerá somente após processo de ratificação pelos parlamentares dos países.

O que devo fazer?

Para conseguir a cobertura é necessário adquirir alguns documentos antes de viajar. O primeiro passo é obter o Certificado de Direito e Assistência Médica (CDAM) em uma das agências específicas do INSS. Para a sua emissão é necessário apresentar a carteira de trabalho (para celetistas), últimos contracheques ou contribuições sociais, passagem de ida e volta, CPF e passaporte válido. Em caso de dependentes é necessário levar também a certidão de casamento ou nascimento.

Fique atento!!! O Tratado de Schengen é exigido em alguns países. Nós recomendamos que você faça o seguro e também emita o CDAM, para não ter problemas na hora de cruzar as fronteiras dos países.

Custo x benefício

Até que ponto vale a pena viajar com as garantias do INSS? Bom, contratar um seguro particular nem sempre é um investimento alto. Para viagens de curto prazo eles podem ser mais interessantes. Existem coberturas que são exclusivas e podem valer a pena. Um plano de duas semanas sai por menos de R$200, por exemplo. Esse valor pode ser incorporado ao planejamento da viagem e não pesa muito no orçamento. O convênio do INSS é mais recomendado para viagens longas, onde a contratação de um seguro ficaria mais caro.

Ainda existem os seguros oferecidos pelas operadoras do cartão de crédito, que muitas vezes são automáticos para quem compra as passagens. O ideal é comparar tudo durante o planejamento da sua viagem e ver qual valerá mais a pena.

O atendimento pelo INSS dispensa a contratação do seguro viagem em alguns países. Essas foram algumas dicas de como usá-lo. Ficou com alguma dúvida? Deixe o seu comentário abaixo.

Tags : dicasseguro de viagem
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